EXCLUSIVO: Universidades usam robótica para incentivar alunos e inserir comunidade

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Robótica para meninas no IFG
Eles trabalham com robôs, drones, impressão 3D, metareciclagem. São professores universitários que usam tecnologias livres e levam para as comunidades conhecimentos de Física e Matemática inseridos em oficinas de robótica. Eles são a Professora e Mestre em Engenharia Elétrica e da Computação, Christiane Borges Santos, do Laboratório de Robótica Educacional, Metareciclagem, Software Livre e Cultura Livre do Instituto Federal de Goiás (IFG) – Campus Luziânia; e o Professor Doutorando, Wellton Costa, do Campus Francisco Beltrão da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Aproveitamos o encontro na Campus Party Brasil 2017, no último dia dessa 10ª edição, para conversar com os dois e incentivar o uso dessa tecnologia na educação.

Metabotix em Goiás

O Laboratório de Robótica, onde Christiane trabalha, é apelidado de ‘Metabotix’, foi criado em dezembro de 2013 e sua missão é envolver os participantes para que aprendam “com o desafio de dominar os recursos da robótica, a construir seu próprio projeto, integrando diversos conteúdos disciplinares e trabalhando ativamente com seu objeto de interesse, com práticas reais e concretas”. Eles motivam meninas do ensino médio a seguirem carreira nas áreas que envolvam o desenvolvimento de tecnologias computacionais, através da desmistificação do papel da mulher na área de TI.

O projeto conta com financiamento do CNPq para aquisição de materiais e pagamento de bolsas de iniciação científica e recursos do próprio IFG. “Nós usamos o Arduíno nas oficinas e reciclados. A gente sempre procura reaproveitar o que pode”, conta a Professora.

Assista no vídeo abaixo a entrevista completa com a Professora Christiane Borges Santos:


Francisco Beltrão


No Campus Francisco Beltrão da UTFPR, o doutorando Wellton Costa, explica que o projeto de robótica com Lego começou em 2012 e com Arduino, incentivado por ele depois da CPBR7 (2014, quando conheceu efetivamente a placa microcontroladora). “Eu comprei dois kits, levei para a Universidade e em 2015 a UTFPR comprou mais 20 kits, incentivados por mim, via Programa de Iniciação à Docência; que tem como objetivo levar mais tecnologia para o Ensino Médio”, explica ele. No projeto, os alunos universitários compartilham os conhecimentos adquiridos na faculdade com alunos a partir de 14 anos de escolas estaduais do Ensino Médio.

Em breve, o projeto pretende comprar impressoras 3D para impressão de carcaças de robôs e drones.

Assista o vídeo da entrevista com o Professor Wellton Costa:

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