O GNOME 50 Alpha chegou com um recado direto para quem ainda se apoia no “modo antigo”: o X11 está saindo de cena dentro do GNOME, e não é mais “rumor de fórum”. Para muita gente, isso mexe com rotina, compatibilidade, extensões, trabalho remoto e até aquele app legado que sempre “só funcionou”.
Só que a semana não trouxe apenas o fim de uma era. Ela trouxe também um alerta de segurança prática: o Flare, cliente do Signal para GNOME, precisou soltar um hotfix crítico depois que mensagens começaram a falhar no recebimento. Em outras palavras, não é só estética ou performance. É comunicação.
O que muda agora, em poucas linhas
- GNOME 50 Alpha liberado e já disponível para testes públicos.
- X11 removido de componentes importantes (como o GNOME Shell), enquanto a tela de login ainda consegue iniciar sessões que não dependem de X11 em outros ambientes.
- Congelamento se aproximando: API, interface e recursos entram em freeze em 31 de janeiro de 2026, às 23:59 (UTC). Depois disso, o foco vira correção de bugs, polimento e traduções.
- Flare 0.18.0 lançado com hotfix crítico: desde terça (13/01) algumas mensagens não estavam sendo recebidas corretamente, e o problema piorou na quarta. A recomendação é atualizar imediatamente e conferir, em um app oficial do Signal, se nada ficou para trás.
Na prática, o melhor caminho é simples: comece a tratar Wayland como padrão real, não como “algo que eu testo depois”. Se você depende de gravação de tela, compartilhamento, apps mais antigos ou fluxos com RDP, vale testar agora e ajustar o que quebrar, enquanto ainda é Alpha e ainda dá tempo de reagir antes do ritmo apertar.
E, no Flare, a urgência é maior: atualize já. Depois, abra um Signal oficial (celular ou desktop) e faça um check rápido para garantir que nenhuma mensagem importante ficou perdida no caminho.
Para ver a lista completa de mudanças, toque aqui: confira o changelog no anúncio oficial e o resumo semanal do projeto.
