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Microsoft convida os desenvolvedores para preencher o Chromium Edge com complementos

O navegador também está vindo para o Linux

A Microsoft continua a fazer avanços para o lançamento de seu renovado navegador Edge e, para isso, convoca desenvolvedores para fazer complementos para sua Loja de Complementos.

O novo Edge, desenvolvido com o mecanismo Chromium do Google, será lançado para os usuários do Windows em 15 de janeiro. Isso ocorrerá um dia após o Windows 7 e o Windows Phone chegarem ao fim da vida útil.

Microsoft convida os desenvolvedores para nutrir o Edge

O Edge baseado no Chromium é bem mais atraente para os consumidores, pois a tecnologia proprietária da versão antiga não se presta bem a extensões de terceiros.

Melhor ainda, os usuários do Edge poderão alternar o controle que permitirá a instalação de complementos criados para o Chrome.

Microsoft convida os desenvolvedores para preencher o Chromium Edge com complementos
Com o compromisso da Microsoft de lançá-la além do Windows 10 (incluindo uma versão Linux), pode ser que a Microsoft tenha mais motivos para sorrir no próximo ano, e talvez um pouco mais de participação no mercado.

Um estudo realizado no início deste ano descobriu que existe uma proporção muito pequena de extensões do Chrome que realmente atraem a atenção. Dessa maneira, milhares foram baixadas menos de cinco vezes e algumas nunca (nem mesmo pelo desenvolvedor).

Chromium Edge com complementos

Portanto, o período de abertura das inscrições não é necessariamente uma coisa boa. O sucesso do Edge dependerá não apenas de ter uma boa variedade de AddOns, mas também de garantir que eles sejam os corretos. Isso porque nem todo mundo gosta de mexer nos bastidores para ativar Extensões do Chrome.

A versão atual do Edge teve um desempenho ruim, conquistando apenas 6% do mercado, em comparação com os 67% do Chrome.

Mas com as análises calorosas das pré-visualizações da versão renovada e o compromisso da Microsoft de lançar o Edge com complementos além do Windows 10 (incluindo uma versão Linux, o que ajudará os desenvolvedores), pode ser que a Microsoft tenha mais motivos para sorrir no próximo ano, e talvez um pouco mais de participação no mercado.

Fonte: The Inquirer