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Supercomputador com Nvidia vai trabalhar em mudanças climáticas e projetos de coronavírus

O supercomputador integrará 140 sistemas A100.

Pesquisadores anunciam algoritmo quântico que caracteriza ruído

A Universidade da Flórida (UF) anunciou uma parceria de US$ 70 milhões com a Nvidia para aumentar as capacidades de IA do supercomputador da instituição. O acordo fará com que a UF atualize seu supercomputador existente, o HiPerGator 3.0, de velocidades máximas de pouco mais de um petaflop para 700 petaflops de desempenho de IA. Assim, a instituição espera avançar na pesquisa acadêmica em um ritmo sem precedentes.

Para aumentar os recursos do HiPerGator, a UF implantará os sistemas DGX A100 da Nvidia, projetados para criar e executar projetos de IA em larga escala. Será a primeira vez que uma instituição de ensino superior nos EUA acessa os sistemas A100.

Supercomputador com Nvidia vai trabalhar em mudanças climáticas e projetos de coronavírus

O supercomputador existente integrará 140 sistemas A100 alimentados por 1.120 GPUs A100 Tensor Core e incluirá quatro petabytes de armazenamento de alto desempenho. A infraestrutura geral é uma plataforma única definida por software que abrange análise de dados, treinamento em IA e sistemas de aceleração.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, disse:

Estamos empolgados em contribuir com a experiência da Nvidia para trabalhar em conjunto para tornar a UF uma líder nacional em IA e ajudar a enfrentar não apenas os desafios da região, mas também os da nação.

Supercomputador com Nvidia vai trabalhar em mudanças climáticas e projetos de coronavírus
Para aumentar os recursos do HiPerGator, a UF implantará os sistemas DGX A100 da Nvidia, projetados para criar e executar projetos de IA em larga escala.

O acordo ocorre quando os pesquisadores utilizam cada vez mais o poder da supercomputação para resolver os problemas causados pela crise da COVID-19. Como resultado, o governo dos EUA, em parceria com a IBM, anunciou o lançamento de um consórcio de computação de alto desempenho, concedendo a pesquisadores de todo o mundo acesso a supercomputadores nos EUA para modelar a doença e melhorar a compreensão da pandemia.

Por fim, a UF prevê que, quando configurados, os novos recursos contribuirão para pesquisar soluções para os desafios relacionados à pandemia, mas não apenas isso. Em outras palavras, as ferramentas de supercomputação também devem permitir que a academia aplique a IA para resolver problemas como: o aumento do mar; populações em envelhecimento; segurança de dados; medicina personalizada; transporte urbano e insegurança alimentar em tempos de mudanças climáticas.

Fonte: ZDNET

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Escrito por Leonardo Santana

Profissional da área de manutenção e redes, astrônomo amador, eletrotécnico e apaixonado por TI desde o século passado.