CEO do aplicativo de videoconferência Zoom responde a alegações de relações com a China

Autoridades globais pedem que plataformas de videoconferência revisem as obrigações de privacidade

Nos últimos dois meses, o aplicativo de videoconferência Zoom esteve sob escrutínio, apesar de sua popularidade crescente. O aplicativo foi criticado por sua privacidade, segurança e até acusado de ter relações com o governo da China. Porém, o CEO da Zoom, Eric Yuan, abordou as alegações de ter relações com o governo da China em um post no blog, algo que ele estava fazendo desde que todas as críticas começaram. Desta vez, ele está abordando as acusações relacionadas à China, que continuaram mesmo quando o problema de roteamento foi corrigido pela empresa. Yuan afirma em seu blog que vive nos Estados Unidos desde 1997 e se tornou um cidadão americano em julho de 2007.

O CEO da Zoom, Eric Yuan. Imagem: Reprodução | Tech Spot.

CEO do aplicativo de videoconferência Zoom responde a alegações de relações com a China

Ele acrescenta que a Zoom é uma empresa americana, fundada nos Estados Unidos e sediada na Califórnia. Além disso, ele afirma que a empresa é multinacional e possui 21 escritórios em todo o mundo, na Europa, Austrália, Japão e outros países. Ele também explica que eles têm 17 centros de dados, entre os quais um na China, mas sublinha que ele é administrado por uma empresa australiana e protegido, além de garantir que o datacenter de dados de usuários fora da China permaneça fora da China.

Por fim, ele termina sua postagem no blog afirmando que o objetivo deles é criar uma plataforma de videoconferência sem atritos que se tornará a líder mundial com segurança.

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