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EUA acusa a China de hackear entidades americanas que trabalham na pesquisa da COVID-19

O possível roubo dessas informações compromete a entrega de opções de tratamento seguras, eficazes e eficientes.

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O governo dos EUA acusou formalmente a China de hackear empresas americanas que trabalham na pesquisa da COVID-19.

As acusações foram feitas em uma declaração conjunta emitida pela Agência de Segurança Cibernética e Infraestrutura do Departamento de Segurança Interna (DHS CISA) e pelo Federal Bureau of Investigation (FBI).

EUA acusa a China de hackear entidades americanas que trabalham na pesquisa da COVID-19

A princípio, as duas agências disseram estar investigando ataques realizados por “atores cibernéticos afiliados à [China] e coletores não tradicionais”.

Um coletor não tradicional é um termo usado para descrever parceiros de negócios ou funcionários mal-intencionados que trabalham em uma organização de destino (além disso, eles são conhecidos como membros mal-intencionados).

Assim, as duas agências disseram:

Esses atores foram observados tentando identificar e obter ilegalmente dados valiosos de propriedade intelectual e saúde pública relacionados a vacinas, tratamentos e testes [da COVID-19].

Portanto, o possível roubo dessas informações compromete a entrega de opções de tratamento seguras, eficazes e eficientes.

EUA acusa a China de hackear entidades americanas que trabalham na pesquisa da COVID-19
O possível roubo dessas informações compromete a entrega de opções de tratamento seguras, eficazes e eficientes. Imagem: Reprodução | The Next Web | Governor Tom Wolf.

Por fim, caso as organizações achem que podem ser alvejadas, a CISA e o FBI divulgaram medidas preventivas e proativas para limitar a capacidade dos hackers de violar suas redes, executando uma série de etapas:

  • Corrigir todos os sistemas para vulnerabilidades críticas, priorizando correções oportunas para vulnerabilidades conhecidas de servidores conectados à internet e software que processa dados da internet.
  • Examinar ativamente os aplicativos da Web em busca de acesso não autorizado, modificação ou atividades anômalas.
  • Melhorar os requisitos de credenciais e exigir autenticação multifator.
  • Identificar e suspender o acesso de usuários que exibem atividades incomuns.

Fonte: ZDNET

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Escrito por Leonardo Santana

Profissional da área de manutenção e redes, astrônomo amador, eletrotécnico e apaixonado por TI desde o século passado.

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