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27/05/2020 às 15:29

5 min leitura

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Por Emanuel Negromonte

Faça pagamentos por reconhecimento facial, a novidade chegou ao Brasil!

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PicPay e o Banco Original lança o pagamento fácil. A empresa já conhecida por efetuar pagamentos utilizando o QR Code agora inova e sai na frente mais uma vez. A carteira digital PicPay que já opera com QR Code desde 2012, com 20 milhões de usuários deu mais um passo, agora será possível fazer pagamento por reconhecimento facial. A empresa resolveu inovar diante da pandemia e também das recomendações para que tudo seja feito com o mínimo de contato físico possível.

O PicPay tem como propósito revolucionar a forma como as pessoas lidam com o dinheiro. Apostamos no QR Code lá atrás por ser uma tecnologia democrática e, após termos realizado mais de 5 milhões de transações por código, hoje vemos ele se popularizar nos estabelecimentos comerciais. Sem dúvidas, o mesmo ocorrerá com o reconhecimento facial e, novamente, queremos estar na vanguarda do setor, explica Gueitiro Genso, CEO da fintech.

Por ora, o PicPay está aguardando o fim da quarentena em São Paulo para começar o uso imediatamente. O “pagamento fácil” estará disponível para todos. O primeiro local a receber a novidade foi o novo endereço do Banco Original, controlador do PicPay. A instituição modernizou todo o prédio e agora atua com 100% do reconhecimento facial. A nova tecnologia já está aplicada nas catracas e no estabelecimento local. A mudança deve a participação importante das empresas E-Vertical e WBA Gestão.

Os pagamentos instantâneos e sem contato serão cada vez mais importantes para o processo de digitalização da economia e inclusão financeira da população”, afirma Raul Moreira, diretor executivo de Tecnologia, Produtos e Operações do Banco Original. “O reconhecimento fácil nesse contexto surge como uma tendência de ferramenta de digitalização, segurança e melhoria no atendimento do mercado, tanto para pagamentos instantâneos quanto para o e-commerce, complementa Genso.

Como mais um exemplo da digitalização de seus processos, o banco tem ampliado o uso de inteligência artificial no atendimento bancário e oferecido soluções para fintechs por meio da unidade BaaS. Da mesma forma, neste ano o PicPay montou uma estrutura para aplicação de IA e machine learning em todos os processos e áreas do negócio, com um time liderado pelo britânico Isaac Ben-Akiva.

Como funciona o “pagamento fácil” do PicPay?

Seguindo as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), o reconhecimento facial pode ser utilizado apenas com o consentimento do consumidor. Por esse motivo, a novidade chega primeiro aos colaboradores do Banco Original, que já terão seus rostos cadastrados e suas autorizações emitidas para uso da tecnologia no edifício.

Aproveite e confira o vídeo que demonstra exatamente como vai funcionar o reconhecimento facial do PicPay:

No café, após o caixa registrar o pedido, o usuário PicPay deve se posicionar em frente a um tablet para o reconhecimento facial. Com a confirmação imediata da identidade da pessoa, o atendente libera a cobrança direto para o aplicativo do cliente, que recebe uma notificação e precisa verificar o valor para confirmar a compra. Toda a operação dura em torno de 30 segundos.

“Como os dados para a transação estão todos cadastrados no celular do cliente, a operação é mais prática e segura. Isso é empoderar o consumidor, uma tendência cada vez mais forte e inescapável”, diz Genso, que enxerga caminhos de mudança no setor. “O mundo será outro no pós-pandemia e já estamos vivendo uma nova economia, com novos hábitos financeiros. No PicPay, avançamos em direção ao futuro dos pagamentos”.

A novidade deve tomar conta do país gradualmente. Com isso, a empresa quer tornar suas transações mais seguras e com menos contato possível, afinal de contas nada será como antes após a pandemia. E é certo que os meios de pagamento devem seguir o mesmo fluxo de inovação no âmbito da segurança e tecnologia.

Fundador do SempreUPdate. Acredita no poder do trabalho colaborativo, no GNU/Linux, Software livre e código aberto. É possível tornar tudo mais simples quando trabalhamos juntos, e tudo mais difícil quando nos separamos.

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