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FBI recomenda que você não salve senhas em navegadores

No que diz respeito às extensões do navegador, o FBI enfatiza que elas podem muito bem ser abusadas para coletar dados ou espionar você.

Google bloqueia serviços em navegadores Linux

O FBI recomenda que os usuários desabilitem uma série de recursos importantes dos navegadores ao entrarem on-line, incluindo o preenchimento automático, a lembrança de senhas e o histórico de navegação. Neste artigo, entenda por que o FBI recomenda que você não salve senhas em navegadores.

FBI recomenda que você não salve senhas em navegadores

Os federais explicam numa publicação semanal que alterar as configurações padrão de um navegador é a recomendação daqui para a frente, pois os usuários só podem aprimorar sua privacidade e segurança desativando e bloqueando determinadas funcionalidades.

Por exemplo, além de desativar os recursos mencionados, os usuários também devem bloquear o rastreamento de anúncios e os cookies de terceiros. Desativar a coleta de dados do navegador, limpar todas as formas de histórico de navegação ao fechar o navegador e ativar o Não rastrear também é recomendado, independentemente do aplicativo usado para navegar na web.

FBI recomenda que você não salve senhas em navegadores
O Google Chrome é o principal navegador do mundo na área de trabalho, com mais de 65% de participação.

Verifique com cuidado cada extensão

No que diz respeito às extensões do navegador, o FBI enfatiza que, embora sejam úteis ao adicionar novas funcionalidades não incluídas por padrão, elas podem muito bem ser abusadas para coletar dados ou espionar você.

O FBI afirma:

Alguns navegadores suportam complementos ou plug-ins, que podem lidar com algumas dessas funções ainda melhor do que o próprio navegador. Existem muitos complementos disponíveis que alertam sobre sites e conteúdos maliciosos, bloqueiam a coleta de determinadas informações e limpam o navegador de cookies. No entanto, antes de instalar os complementos, faça uma pesquisa para verificar se há relatórios negativos sobre o desempenho dos complementos.

E, é claro, o FBI recomenda que os usuários mantenham os navegadores atualizados. Assim, a instalação das versões mais recentes pode ajudar a bloquear possíveis explorações e solucionar vulnerabilidades encontradas.

De acordo com dados de participação de mercado, o Google Chrome é o principal navegador do mundo na área de trabalho, com mais de 65% de participação. O Mozilla Firefox é o segundo, seguido pelo Microsoft Edge e outras alternativas como Vivaldi e Opera.

No celular, o Google Chrome também é a principal opção. Porém, o Safari também possui uma grande participação de mercado, pois é o navegador nativo do iPhone.

Fonte: Softpedia News

Escrito por Leonardo Santana

Profissional da área de manutenção e redes, astrônomo amador, eletrotécnico e apaixonado por TI desde o século passado.

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