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Krita 4.2.9 corrige bugs no Python

Também há correções para Windows e MacOS.

Krita 4.2.9 corrige bugs no Python

Os desenvolvedores do KDE lançaram há cerca de quatro meses a última versão estável do aplicativo Krita. O app de design criado por e para cartunistas acaba de anunciar uma nova versão, ainda dentro da série 4.2, sendo esta numerada como o Krita 4.2.9. O novo Krita deveria ser somente uma manutenção simples, porém, foi muito além disso.  De acordo com a nota de lançamento, “esse foi um dos lançamentos mais complicados que eles fizeram“. Em parte porque eles tiveram que corrigir problemas criados por versões anteriores.

No passado, houve muitos desastres: a atualização do Python danificou a versão do Windows. Por outro lado, a Apple atualizou um de seus protocolos e isso prejudicou a versão do macOS. Como se isso não bastasse, os desenvolvedores do Krita lançaram uma nova versão de algumas bibliotecas, e isso piorou ainda mais a situação. De qualquer forma, o Krita 4.2.9 deve corrigir todos esses bugs e era uma versão muito estável em seu período beta, por isso vale a pena atualizar o mais rápido possível.

Destaques do Krita 4.2.9

Krita 4.2.9 corrige bugs no Python

  • O contorno do pincel foi aprimorado: ele não pisca mais quando passamos o mouse sobre a tela.
  • Adicionados “Aerógrafo” e “Velocidade do aerógrafo” ao pincel Color Blur e uma nova configuração de Proporção, também para o pincel Color Blur, que permite que a forma do pincel seja mais plana usando os diferentes sensores. 
  • Nova função “Dividir camada na máscara de seleção“.
  • Correção de erros, 70 no total, que você pode ver no link anterior (nota de versão).

A nova versão já está disponível em seu site oficial, que você pode acessar neste link. Os usuários do Linux têm a nova versão disponível no AppImage, mas também pode ser instalada em sua versão Flatpak (link) ou via repositório, se abrirmos um terminal e escrever o seguinte:

sudo add-apt-repository ppa:kritalime/ppa
sudo apt-get update

e

sudo apt-get install krita

Escrito por Claylson Martins

Jornalista com pós graduações em Economia, Jornalismo Digital e Radiodifusão.