Novo Supercumputador roda Linux
Novo Supercumputador Summit (Imagem:Divulgação)

O Summit é agora o supercomputador mais rápido do mundo. Ele superou o  ‘Sunway TaihuLight ‘ da China, ao rodar em incríveis 200 petaflops. A informação foi divulgada pela Oak Ridge National Laboratory (ORNL), que desenvolveu o projeto. Da mesma forma que outros 500 dos maiores supercomputadores do mundo, ele também roda Linux. Especificamente, ele utiliza o  Red Hat Enterprise Linux (RHEL). Então, conheça Summit, o supercomputador mais rápido do mundo.

Números impressionantes

De acordo com os cientistas, o Summit é o primeiro supercomputador do mundo a fundir alto desempenho, uso intensivo de dados e computação de IA em um único sistema. Com os 200 petaflops ele é dez vezes mais rápido que seu antecessor Titan.

[bs-quote quote=”O lançamento do supercomputador Summit (…) vai ter um impacto profundo na pesquisa de energia, descoberta científica, competitividade econômica e segurança nacional. Estou realmente empolgado com o potencial da Summit, que aproxima a nação do objetivo de fornecer um sistema de supercomputação exascale até 2021. O Summit capacitará os cientistas para novos desafios, acelerar descobertas, estimular a inovação e acima de tudo, beneficiar o povo americano. ” style=”style-17″ align=”center” author_name=”Rick Perry” author_job=”secretário de Energia do projeto Summit”][/bs-quote]

O sistema IBM AC922 consiste em 4.608 servidores. Cada um possui dois processadores IBM Power9 de 22 núcleos e seis aceleradores de unidade de processamento gráfico NVIDIA Tesla V100. Tudo isto está interconectado com o InfiniBand Mellanox EDR de dois canais. Além disso, o Summit também possui mais de 10 petabytes de memória combinados com grande largura de banda para movimentação de dados eficiente. A combinação de hardware de ponta e subsistemas robustos de dados marca uma evolução da arquitetura híbrida CPU-GPU, lançada com sucesso pelo Titan de 27 petaflops em 2012.

Vanguarda da ciência

Supercomputador Summit roda Linux

Em resumo, os pesquisadores do ORNL descobriram como aproveitar o poder e a inteligência de última geração do Summit. Consequentemente, ele será capaz de executar com sucesso o maior cálculo científico do mundo. Assim, uma equipe de cientistas do ORNL usou a inteligência da máquina para executar um cálculo  comparativo de 1.88 exames. A pesquisa foi sobre bioenergia e saúde humana. Desta maneira, o resultado foi o mesmo para cálculos de 64 bits, mais demorados, executados anteriormente no Titan.

O Summit foi criado não só como vanguarda tecnológica e para desenvolver uma ciência de ponta. Igualmente, a máquina é capaz de aprender e simular modelos climáticos e criar novos materiais. A Sem dúvida, esses estudos podem ter resultados promissores nos campos da medicina e da energia, por exemplo.

Todas as informações sobre o supercomputador Summit estão no site da ORNL ou da Nvidia.
Claylson
Jornalista com pós graduações em Economia, Jornalismo Digital e Radiodifusão.

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