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Novo Raspberry Pi 4 roda Windows 10 já sem problemas

Mini computador já possui mais RAM e tem suporte total a USB

Novo Raspberry Pi 4 roda Windows 10 já sem problemas

A algum tempo já falamos que usuários conseguiram rodar o Windows 10 em um Raspbberry Pi. Porém, isso ocorria com várias limitações. Desde janeiro, um desenvolvedor conseguiu executar o Windows 10 no Raspberry Pi 4 de maneira semelhante à do Raspberry Pi 3: com suporte não oficial do Windows 10 no ARM. No entanto, de lá pra cá, as coisas melhoraram muito e o Windows 10 já roda sema problemas no novo Raspberry Pi 4 de 8 GB de RAM.

Pelo menos é isso o que garante o desenvolvedor e programador Don Hui. Ele diz no Twitter, que conseguiu testar o Windows 10 mais recente no ARM no Raspberry Pi 4 agora com suporte USB completo e 3GB de RAM.

Windows 10 já detecta 3 GB de RAM no Raspberry Pi 4

Raspberry Pi 4 Windows 10

Um dos problemas dos primeiros testes feitos com o Windows 10 no Raspberry Pi 4 é que o sistema detectou apenas 1 GB de RAM. Essa quantidade de memória foi suficiente para inicializar e usar o básico, mas não faz muito. Na verdade, é o mínimo que a Microsoft recomenda para sua instalação. No entanto, o computador single board também funciona corretamente no Windows 7.

Don Hui mostrou que, com a versão mais recente do Windows 10, é possível usar até 3 GB de RAM. Essa quantia permite um desempenho muito melhor, embora ainda existam 8 GB com os quais a Raspberry Pi Foundation equipou o modelo mais recente há alguns meses. O suporte a essa quantia não é potencialmente um problema, considerando que o Surface Pro X, por exemplo, é fornecido com 16 GB de RAM no Windows 10 ARM.

Outra ótima notícia que, de acordo com o desenvolvedor, vem com um novo UEFI e o suporte completo a USB. Além disso, a possibilidade de inicializar via USB é suportada. Portanto, pelos relatos apresentados e comprovados, em breve teremos o sistema operacional Windows 10 iniciando a partir de um SSD externo, o que daria muito mais velocidade ao desempenho do sistema.

Escrito por Claylson Martins

Jornalista com pós graduações em Economia, Jornalismo Digital e Radiodifusão.