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Red Hat e Banco Central trabalham em ecossistema de pagamentos instantâneos no Brasil

Líder global no fornecimento de soluções open source oferece infraestrutura de tecnologia para funcionamento do Pix, solução inovadora da instituição financeira.

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A empresa Red Hat e Banco Central aceleram todo o ecossistema de pagamentos instantâneos no Brasil. Portnto, a instituição e a empresa desenvolvem juntas um mecanismo de aperfeiçoamento do Pix. Com uma nova arquitetura baseada Red Hat AMQ Streams (kafka), Red Hat Ansible Automation Platform, Red Hat OpenShift, e outras tecnologias de código aberto, o BC pode suportar milhares de transações por segundo de forma econômica, mantendo o serviço disponível 24×7.

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A tecnologia de código aberto da empresa foi a escolhida pela instituição financeira para ser a base da infraestrutura do Pix, pagamento instantâneo brasileiro, lançado pelo Banco Central no fim do ano passado.

Queríamos criar uma solução que oferecesse transferências financeiras seguras e flexíveis, melhorando a experiência de nosso cliente, enquanto reduzíamos custos por transação e promovíamos a diversidade financeira, afirma Vicente Fernandes, chefe da Divisão de Arquitetura de Servidores, Armazenamento e Software Básico do Banco Central.

Red Hat e Banco Central trabalham em ecossistema de pagamentos instantâneos no Brasil

Red Hat e Banco Central trabalham em ecossistema de pagamentos instantâneos no Brasil

Com uma nova arquitetura baseada Red Hat AMQ Streams (kafka), Red Hat Ansible automation Platform, Red Hat OpenShift, e outras tecnologias de código aberto, o BC pode suportar milhares de transações por segundo de forma econômica, mantendo o serviço disponível 24×7. O banco também pode promover a diversidade competitiva no mercado e acelerar a evolução dos meios de pagamento no país.

“As soluções open source da Red Hat estão auxiliando o Banco Central a transformar e modernizar o ecossistema de meios de pagamento brasileiro de uma forma sem precedentes. A estratégia inteligente do banco e às tecnologias de ponta oferecem uma inovação que coloca o sistema financeiro do país em linha com os mais desenvolvidos do mundo”, explica Gilson Magalhães, presidente da Red Hat Brasil.

Infraestrutura de alta performance

Para chegar a melhor infraestrutura para o Pix, o BC realizou uma licitação para contratação de uma arquitetura distribuída, altamente escalável, baseada no Apache Kafka. A solução vencedora foi o Red Hat AMQ, parte do Red Hat Integration, que oferece streaming de dados distribuídos com alta produtividade e baixa latência para operar, escalar e gerenciar aplicações em um ambiente Kubernetes nativo em nuvem.

O Banco Central também implantou o Red Hat Ansible Automation Platform para criar e oferecer funcionalidades de automação de infraestrutura, assim o Pix pode ser integrado com soluções de automação, permitindo centralizar o gerenciamento. Já o Red Hat OpenShift, plataforma de Kubernetes empresarial, foi escolhido para hospedar aplicações de lógica de negócios. O BC trabalhou ainda em sinergia com o Red Hat Consulting e com o Red Hat Training para se familiarizar e implantar com sucesso sua nova infraestrutura de serviços em todos os níveis, e com o Red Hat Technical Account Manager para suporte contínuo e monitoramento, identificando potenciais problemas de maneira proativa e solucionando possíveis desafios.

“A Red Hat foi uma parceira ativa e essencial neste projeto. A empresa forneceu propostas que otimizaram nossa arquitetura, gerando melhor disponibilidade. Além disso, alocou uma grande equipe, com técnicos experientes que nos ajudaram a nos familiarizar com a tecnologia e melhores práticas”, diz Fernandes.

Benefícios da inovação

A infraestrutura do Pix, suportada pela Red Hat, possibilita uma série de benefícios tanto para as pessoas físicas como para as empresas. A arquitetura tecnológica de alta performance, permite ao BC reduzir consideravelmente os tempos de processamento. Durante os testes com um volume de 2 mil transações por segundo, o banco processou com sucesso 99% do total em menos de quatro segundos, usando o AMQ Streams e o Ansible Automation Platform.

O Pix também ajuda varejistas a reduzir os custos de aceitação associados a pagamentos via cartão. Como resultado, as taxas de processamento pagas normalmente ou repassadas aos clientes também vão cair. Esta mudança de pagamentos em papel-moeda para transações digitais também ajudará o BC a reduzir custos operacionais. A nova infraestrutura ainda possibilita ao banco e seus parceiros continuar desenvolvendo serviços digitais inovadores em um ambiente de nuvem estável e de alta performance, seguindo o ritmo da demanda.

O BC planeja continuar trabalhando com a Red Hat para otimizar a disponibilidade, segurança e performance do Pix, assim como acrescentar novas ferramentas para continuar melhorando sua experiência de usuários. Há planos para expandir o pagamento sem contato e ferramentas para transações via e-commerce no ano que vem. “Já estamos vendo um retorno sobre o investimento com a plataforma do Pix. Daqui para frente, acreditamos que a sociedade brasileira como um todo vai se beneficiar da solução inovadora que introduzimos”, finaliza o chefe da Divisão de Arquitetura de Servidores, Armazenamento e Software Básico do Banco Central.

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