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Firefox e GNOME podem ser executados no sistema de arquivos AFS com o Linux 5.2

Linus Torvalds chegou a chamar o recurso de “porcaria não testada”.

Firefox e GNOME podem ser executados no sistema de
Firefox e GNOME podem ser executados no sistema de

O Andrew File-System (AFS) que serve como um sistema de arquivos distribuído e usado por empresas como a Carnegie Mellon University e que já abriu portas para diferentes sistemas operacionais, agora pode lidar com mais programas rodando no sistema de arquivos. Este é o caso do  Firefox e do GNOME. Assim, Firefox e GNOME podem ser executados no sistema de arquivos AFS com o Linux 5.2.

O bloqueio de arquivos do AFS até agora causou problemas nos bancos de dados SQLite, como é comumente usado pelo Firefox e em inúmeros outros aplicativos de desktop em várias plataformas. Com as mudanças no kernel Linux 5.2, as alterações de bloqueio de arquivo do AFS agora são executadas com o SQLite. Portanto, permitem que muito mais aplicativos sejam executados quando o AFS está em uso como diretório inicial.

Porcaria não testada, segundo Linus Torvalds

Estas mudanças do AFS foram previamente propostas para o Linux 5.1, porém acabaram sendo rejeitadas como “nova porcaria não testada” por Linus Torvalds. Agora o código está limpo e foi puxado por Torvalds para a linha principal. 

Essa implementação precisava emular o bloqueio refinado e o comportamento pode ser alternado como um parâmetro de montagem. Outras mudanças do AFS para o Linux 5.2 incluem registro extra, renomeação para unlock () e rename (), correção de manipuladores xattr e outras correções. Mais detalhes sobre Firefox e GNOME que podem ser executados no sistema de arquivos AFS com o Linux 5.2 via solicitação pull.

 kernel Linux perto de ativar “-wimplicit-fallthrough” por padrão

sinalizador do compilador -wimplicit-fallthrough existe desde o GCC 7 para alertar sobre casos de fall-through de switches onde ele poderia levar a bugs potenciais/comportamento inesperado se o programador inadvertidamente se esquecesse de adicionar uma instrução “break” a um caso. O kernel do Linux está procurando em breve ativar esse aviso por padrão.

O aviso -Wimplicit-fallthrough tenta ser inteligente quanto ao seu manuseio e apenas avisar o programador/usuário quando apropriado e reconhecendo os casos em que um fall-through de caso de switch seria desejável. O mais novo desenvolvedor de kernel do Linux, Gustavo AR Silva, tem trabalhado em mais de dois mil avisos a partir desse sinalizador de compilador implícito de queda. De 2.311 casos atualmente no kernel onde foram emitidos avisos, apenas 32 são deixados para serem analisados ??para determinar se há algum erro de código ou um falso positivo.

Bugs corrigidos

No processo, vários bugs foram corrigidos graças a esse aviso do compilador. Alguns dos bugs duraram no kernel principal por mais de cinco anos. Uma vez abordando os casos restantes, o plano é habilitar “-Wimplicit-fallthrough” por padrão em futuros builds do kernel para evitar que bugs similares invadam o kernel no futuro.

Mais detalhes sobre esse esforço por meio desta solicitação pull para o Linux 5.2, que está marcando mais quedas no switch, conforme o esperado.

Aqueles que não estão familiarizados com este aviso do compilador do GCC podem saber mais através desta publicação no blog do desenvolvedor da Red Hat .

Written by Claylson

Jornalista com pós graduações em Economia, Jornalismo Digital e Radiodifusão.

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