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Mir do Ubuntu trabalhará com renderizador substituível

Também haverá suporte a driver de gráficos híbridos.

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Chris Halse Rogers, da Canonical, compartilhou um roteiro para Mir (ou mapa de terreno, como ele prefere chamá-lo) sobre seus planos futuros para este servidor de exibição de código aberto que permanece focado agora em fornecer suporte a Wayland. E, segundo ele, virão muitas novidades por aí também em relação ao Mir do Ubuntu que trabalhará com renderizador substituível e suporte a driver de gráficos híbridos.

Entre os projetos Mir que eles desejam seguir, porém, não necessariamente para serem concluídos em um futuro próximo, estão:

Mir do Ubuntu trabalhará com renderizador substituível

Dividir o código de renderização e exibição para ser mais modular e melhor manipulação de casos, como o hardware DisplayLink USB que não possui renderização integrada ao apoio, suporte;

Como parte da refatoração da plataforma, a capacidade do Mir de suportar várias plataformas gráficas simultaneamente. No momento, o Mir não funciona com várias pilhas de drivers de uma só vez. Sendo assim, não permite que o driver NVIDIA funcione com o suporte do Mesa carregado. Portanto, os laptops gráficos híbridos para NVIDIA + Intel e similares não funcionam no momento com o Mir. Porém, o objetivo seria permitir o suporte a várias plataformas gráficas simultaneamente. Isso também é necessário para o suporte à área de trabalho remota Mir;

Suporte substituível para renderizador e gráfico de cena, bem como a criação de um back-end GSG SceneGraph Kit (GSK) para ajudar pessoas como o GNOME Shell ou o Unity 8 executando no Mir;

Recarregamento aprimorado do Mir e melhor resiliência a falhas sem derrubar nenhum dos aplicativos em execução.

Mir do Ubuntu trabalhará com renderizador substituível

A abstração de Mir para “plataforma gráfica” está atualmente no meio de uma separação entre renderização e saída. As plataformas de renderização precisam fornecer aos clientes uma maneira de enviar buffers ao Mir e fornecer ao restante do Mir alças de renderização (por exemplo: texturas GL, conteúdo do buffer da CPU). As plataformas de saída precisam fornecer uma maneira de exibir a renderização no hardware físico.

Essa separação facilitará várias coisas. Alguns dispositivos – como as entradas USB DisplayLink, que fornecem saída, mas não renderização, ou algumas placas ARM nas quais o hardware de saída e o hardware de renderização aparecem como dispositivos DRM separados – não correspondem exatamente à nossa atual interface de plataforma combinada, justifica Chris Halse Rogers.

Essas ideias esperançosas para Mir podem ser encontradas em Ubuntu Discourse.

Fonte: Phoronix

Escrito por Claylson Martins

Jornalista com pós graduações em Economia, Jornalismo Digital e Radiodifusão.

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