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Parcela relevante dos brasileiros investe em criptomoedas

É o que revela a mais recente pesquisa da CVM

Lucrar muito com o uso de bitcoins ou criptomoedas, nunca foi tão fácil. Os últimos resultados internacionais mostram que, a partir do terceiro trimestre, as criptomoedas em geral tiveram a melhor performance da década. O lucro por ação chegou a US$ 2,06, bem acima das estimativas de Wall Street de US $ 0,04 por ação. Estamos falando da Bitcoin, a mais conhecida da atualidade. Porém, há opções como a Litecoin. Tanto a Bitcoin quanto a Litecoin têm a comercialização operacionalizada pelas corretoras existentes no Brasil e no mundo. Elas dão maior segurança ao processo.

Com tantos números interessantes e facilidades assim, o brasileiro acabou se interessando por novas formas de investimento. É o que mostra uma pesquisa desta semana da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O estudo feito em setembro último mostra que uma parcela relevante das pessoas entrevistadas já investe em criptomoedas.

Além disso, dos mais de 5 mil investidores entrevistados, cerca de 40% afirmam ter começado a investir nos últimos 5 anos. O destaque é para investimentos via plataformas digitais.

Parcela relevante dos brasileiros investe em criptomoedas

Parcela relevante dos brasileiros investe em criptomoedas

Conforme informou a autarquia, a pesquisa em questão foi promovida em setembro de 2020. Segundo a CVM, o levantamento sobre “Requisitos para Investimentos em Valores Mobiliários” teve uma participação marcante.

Dos 5 mil entrevistados, 1.484 fizeram comentários e sugestões adicionais. E outros 3.290 investidores deixaram contato para eventuais esclarecimentos e colaborações futuras.

A área da CVM responsável por conduzir a pesquisa foi a Assessoria de Análise Econômica e Gestão de Riscos (ASA/CVM).

Segundo Bruno Luna, chefe da ASA/CVM, foi possível observar, preliminarmente, que uma parcela relevante do público alvo já acessa investimentos mais sofisticados. Como exemplo, ele citou o mercado de criptomoedas, derivativos e investimentos no exterior.

Opções de investimento

No entanto, há muitas opções no mercado de criptomoedas. A Litecoin é uma das mais interessantes neste mercado de criptodivisas. Ela permite realizar pagamentos em quase qualquer lugar do planeta. À semelhança do Bitcoin, o Litecoin é uma moeda descentralizada (não está regulado por um organismo ou banco central) e baseada numa rede de indivíduos chamados miners ou mineradores, que sustentam todos os processos necessários para o funcionamento da divisa.

Os criadores do Litecoin quiseram aperfeiçoar o modelo para desenvolver uma divisa mais estável e eficaz. Em consequência, o Litecoin converteu-se no principal competidor do Bitcoin, e agora é possível operar e investir nesta interessante divisa digital.

Diferenças entre o Litecoin e o Bitcoin

O nome já diz tudo e dá para ter uma ideia que a origem da Litecoin está no Bitcoin. No entanto, o Litecoin tem algumas diferenças. Entre elas, o fato de que a rede Litecoin processa um bloco cada 2,5 minutos. Então, isso permite uma verificação mais rápida das transações. Para se ter uma ideia, o Bitcoin demora 10 minutos para fazer a mesma coisa.

Há outras diferenciações importantes, pois a rede Litecoin tem disponível uma quantidade de divisas quatro vezes maior do que o Bitcoin. Portanto, há maior liquidez. Outra diferença chave entre as duas divisas é que o Litecoin utiliza a funcionalidade scrypt no seu algoritmo de prova de trabalho. Isto facilita muito o trabalho dos miners.

Litecoin ou Bitcoin?

O Litecoin é voltado para operações de menor dimensão. Isso não quer dizer que não possamos obter lucros fantásticos com ela.

Por exemplo, se o Litecoin conseguir se impor como a criptodivisa ideal para as compras diárias e operações em pequena escala (graças à sua rapidez de verificação), é provável que a cotação do Bitcoin suba nos próximos anos.

Não é à toa que o próprio mercado financeiro norte-americano e o governo daquele país passaram a operar com criptomoedas. Porém, isso exige cuidado e uma boa assessoria para não sair no prejuízo.

Escrito por Redação SempreUpdate

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