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Samsung e Stanford desenvolvem display OLED de 10.000 pixels por polegada

A tecnologia OLED alimenta as telas da maioria dos telefones e televisores modernos.

Cientistas de Stanford e a Samsung desenvolveram um display OLED com densidade de pixels de 10.000 ppi, que é 25 vezes mais do que os painéis OLED atuais. No mundo real, isso poderia se traduzir em uma experiência de realidade virtual realista no futuro.

De acordo com um comunicado, o novo design da tela não é apenas recheado de pixels, mas também mais brilhante, com cores mais precisas e de fabricação econômica.

Samsung e Stanford desenvolvem display OLED de 10.000 pixels por polegada

A nova arquitetura é baseada na pesquisa do cientista Mark Brongersma, e do Samsung Advanced Institute of Technology (SAIT). Brongersma estava originalmente trabalhando na criação de painéis solares mais finos, mas percebeu que as aplicações de seu estudo também eram válidas no caso de telas OLED.

Samsung e Stanford desenvolvem display OLED de 10.000 pixels por polegada
No mundo real, isso poderia se traduzir em uma experiência de realidade virtual realista no futuro.

Samsung e Stanford agora estão trabalhando para desenvolver uma tela utilizável em tamanho real com esta nova tecnologia (estão chamando de display meta-OLED).

A tecnologia OLED alimenta as telas da maioria dos telefones e televisores modernos. Cada pixel em um painel OLED possui um subpixel das cores vermelho, verde e azul, que emite luz quando a corrente passa por ele. Quando esses pixels estão bem agrupados, eles parecem ter uma cor ao olho humano.

Embora seja um avanço para smartphones, todo o seu potencial será usado em realidade virtual. Os proprietários de kits de realidade virtual costumam reclamar do efeito “screen door”, onde linhas finas entre os pixels se tornam visíveis para os usuários. Com 10.000 pixels por polegada, a experiência pode ser muito mais realista.

Os pesquisadores adicionaram uma nova camada base de metal reflexivo com ondulações em nanoescala à arquitetura OLED existente. Essa nova camada, chamada de metassuperfície óptica, pode manipular a luz para exibir cores diferentes no OLED.

Com essa nova camada, os fabricantes podem manter a mesma altura para todos os pixels, facilitando a fabricação. Portanto, a nova arquitetura de tela tem mais precisão de cores e menos chances de queimar a imagem.

Fonte: Fossbytes

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