in

Ataques temáticos com COVID-19 aumentam no Brasil, Índia e Reino Unido

No Brasil, os atores de ameaças estão cada vez mais visando os serviços de streaming.

Atores de ameaças continuam usando ataques temáticos com COVID-19 nas tentativas de phishing no Brasil, Índia e Reino Unido. Por exemplo, o Google anunciou que os scanners de malware do Gmail bloquearam cerca de 18 milhões de e-mails de phishing e malware usando iscas COVID-19 em apenas uma semana.

A gigante de TI anunciou ter bloqueado mais de 240 milhões de mensagens de spam relacionadas à pandemia de coronavírus em andamento. Além disso, os hackers estão tentando se passar por autoridades governamentais e organizações de saúde, incluindo a OMS, para enganar as vítimas.

Ataques temáticos com COVID-19 aumentam no Brasil, Índia e Reino Unido

Os scanners de malware implementados pelo Google são capazes de bloquear mais de 99,9% de todas as mensagens de spam, phishing e malware enviadas aos usuários do Gmail. Os atacantes por trás dessas campanhas de phishing têm usado iscas financeiras e indutoras de medo para fazer seus alvos responderem às suas solicitações.

Ataques temáticos com COVID-19 aumentam no Brasil, Índia e Reino Unido
Imagem: Security Affairs.

O Google diz:

Temos visto e-mails de malware, phishing e spam relacionados à COVID-19 aumentando na Índia, no Brasil e no Reino Unido. Esses ataques e fraudes usam iscas relevantes regionalmente, incentivos financeiros e medo de criar urgência e motivar os usuários a responder.

No Reino Unido, os hackers estão imitando instituições do governo para tentar obter acesso a informações pessoais. Em alguns ataques, os atores de ameaças também tentaram imitar o Google. Ao passo que, no Brasil, os atores de ameaças estão cada vez mais visando os serviços de streaming, que estão se tornando cada vez mais populares no país devido ao surto de coronavírus.

Ataques temáticos com COVID-19 aumentam no Brasil, Índia e Reino Unido
Imagem: Security Affairs.

Dessa forma, o Google conclui:

Essas proteções, as recém-desenvolvidas e as já existentes, nos permitiram reagir rápida e efetivamente às ameaças relacionadas à COVID-19 e nos permitirão nos adaptar rapidamente às novas.

Fonte: Security Affairs